quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Desvendando o céu de saigon de caio, aponto para o oeste sem esperar nenhuma retribuição. Corro anos luz à procura de algo que é transparente, como a moça no mercado sorrindo: Não vejo sentindo.

Seus medicamentos pra saciar o passado mal digerido, pra estancar o frágel sentimento que você inventou.
E logo penso, das janelas que se fecham, dos relâmpagos seguidos de trovões, dos caios caindo, eu imagino algo como um Saigon, e eu em harmonia chegando la.

Não ficaria clichê talvez inventar um nome, uma novidade...
Uma passagem pra ti, pra mim, liberdade.
E quando o trem apitasse avisando a partida eu logo lembraria da moça no mercado, a que me fez perder o pouco de luz que ainda me restava.

Espero os anos passarem e quanto mais eu conto os dias mais eles parecem os mesmos.

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