domingo, 8 de julho de 2012

A moça bonita achava que tudo ao seu redor um dia iria servir de algo inspirador. Com seus vinte e poucos anos de rugas e frases inacabadas ela buscava uma direção, um diálogo, alguma razão...
A moça bonita acreditava ser tão ela, que no final acabou sendo como todos nós: vítimas de sonhos, buscando aprender o que tanto dizem que um dia vamos entender.
Ela é menos quando quer ser mais. Ela sobe e desce em busca de explicações. Ela diz bom dia, e espera.
O que ninguém imagina, é que a moça, na verdade é a resposta de toda a sua falha. Não é moça, nem é ninguém.

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