domingo, 8 de julho de 2012

A moça bonita achava que tudo ao seu redor um dia iria servir de algo inspirador. Com seus vinte e poucos anos de rugas e frases inacabadas ela buscava uma direção, um diálogo, alguma razão...
A moça bonita acreditava ser tão ela, que no final acabou sendo como todos nós: vítimas de sonhos, buscando aprender o que tanto dizem que um dia vamos entender.
Ela é menos quando quer ser mais. Ela sobe e desce em busca de explicações. Ela diz bom dia, e espera.
O que ninguém imagina, é que a moça, na verdade é a resposta de toda a sua falha. Não é moça, nem é ninguém.

sexta-feira, 6 de abril de 2012

Não consegui dormir. Não sei se você vem. Nem ao menos sei se vai voltar o mesmo.
Mas sei que o meu jeito vai te afastar, as minhas palavras vão te incomodar e o meu silêncio já nem sei mais qual efeito te causa...

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Conformismo é como um anestésico. Não é que a dor tenha diminuído, tampouco cessado. O que mudou foi a tua capacidade de reconhecê-la, a velocidade das tuas reações. E quando teu metabolismo se acostuma com todos os rasgos e cortes e fins, fica mais difícil de retalhar.